Por Leonardo Maciel

Há quase um mês atrás eu li no Meio Bit um post do Carsoso sobre um iPhone falsificado. Primeiramente, ao ver o vídeo, fiquei impressionado com a semelhança do original. Fiquei até com medo, pois assim como disse o Cardoso, “um bando de desavisados vai comprar esse lixo, dizer que o iPhone é uma droga, e ainda falar mal da Apple.”.

A princípio, achei que o problema maior era o comprador fazer essa confusão, comprar gato por lebre e acho que alguém que compra um iPhone falsificado desse poderia levar até mais de 40 minutos para perceber que não é o iPhone real.

Mas para a minha surpresa, o maior perigo não são as pessoas enganadas. E sim as pessoas que preferem levar o falseta.

O tal do iPhone baratinho, como o próprio vídeo mostra, não chega a fazer nem 50% do que o iPhone faz, tem ícones do Windows, como do Outlook, MSN, sem contar no som de abertura do tal tPhone é o som de abertura do Windows (lembrando que o iPhone é feito pela Apple, principal concorrente da Microsoft, que faz o Windows) e ainda assim comprar isso pode ser considerado como “vantagem” para algumas pessoas.

Com as pessoas preferindo comprar esse tipo de bugiganga, a China vai continuar fabricando esse tipo de falsificação, ludibriando as pessoas que não são “espertas” e querem um iPhone de verdade.

Eu só posso dizer que com esse tipo de incentivo, o Brasil vai se tornando um país tão miserável quanto à China que cresce com esse tipo de crime.



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